Category

Perguntas Frequentes

Por que a lâmpada LED pisca mesmo quando está apagada?

By | Curiosidade, Perguntas Frequentes, Sem classificação | No Comments

O fato de lâmpadas ou luminárias piscarem mesmo quando estão desligadas é mais uma curiosidade que tem deixado muita gente com dúvida sobre a tecnologia LED. A Febralux explica por que isso acontece!

Finalmente chegou a hora mais esperada do dia: a hora de dormir. A gente acorda com sono, passa o dia todo com sono – haja café para vencê-lo, vai pra casa com sono e na hora do sono, quando o escurinho manda as preocupações embora e embala no descanso tão desejado, tem uma lâmpada piscando. É como ter relâmpagos dentro do quarto.

Isso acontece porque dentro de um mesmo conduíte da instalação elétrica, existem outros fios que alimentam outras lâmpadas ou tomadas paralelas ao fio que alimenta a lâmpada. A corrente que atravessa esses circuitos elétricos paralelos gera campos magnéticos ao redor dos seus fios que por sua vez induzem circulação de uma pequena corrente elétrica no fio de alimentação da lâmpada. É sempre assim, corrente elétrica gera campo magnético e campo magnético gera corrente elétrica.

Na figura temos demonstrada a formação do campo magnético em redor de dois fios paralelos. Ambos os fios atravessam um apoio em vidro e sobre ele se espalhou limalha de ferro. Quando passa corrente dentro dos fios, a limalha de ferro é atraída para o entorno dos fios formando linhas que circundam ambos. Essas linhas são justamente o campo magnético induzido ao redor dos fios quando percorridos por corrente elétrica. É isso que acontece dentro do conduíte! Esse campo magnético tornado visível pela limalha de ferro que você está vendo induz corrente elétrica no fio que alimenta a lâmpada LED.

Encontrei esse vídeo caso você queira saber como o campo magnético se forma no fio percorrido por corrente elétrica.

Essa pequena corrente induzida acumula-se no capacitor da lâmpada mesmo desligada e, quando atinge nível suficiente para disparar a alimentação do circuito, a lâmpada LED acende. Como não tem corrente suficiente para mantê-la acessa, ela apaga. Nesse estado, a lâmpada não gasta energia a mais pois ela está apenas transformando em luz a influência que está sofrendo dos campos magnéticos dos fios vizinhos!

O capacitor tendo descarregado reinicia o processo de carga e descarga com a pequena corrente circulante induzida pelos circuitos paralelos. Basta ter algum dispositivo consumindo corrente em outro fio próximo e já é o suficiente para fazer a lâmpada piscar mesmo que esteja apagada. O mesmo acontece com as lâmpadas fluorescentes eletrônicas e pelos mesmos motivos.

Dica para o instalador: Para eliminar o problema é só ligar um resistor em paralelo com capacitor para “descarregá-lo”!

Gostou? Deixe seu cometário. Ficou curioso ou com dúvida? Envie sua pergunta para e-mail mayrah@febralux.com.br!

Abraços!

Mayrah F. Moraes

Por que a lâmpada LED pisca?

By | Curiosidade, Perguntas Frequentes | 6 Comments

Se tem uma coisa que incomoda é aquela lâmpada que de repente começa a piscar. O efeito é legal só na pista de dança com música alta, canhões de lazer colorido para todo o lado e muito gelo seco, mas enquanto estamos concentrados no trabalho ou descansando em casa daquele dia puxado, isso é muito irritante. Então, por que a lâmpada/ luminária LED pisca? Você finalmente vai saber. Olha como é fácil!

PROBLEMA NO DRIVER

A) O CAPACITOR

Uma das coisas que faz a lâmpada ou luminária LED piscar é o capacitor, um componente muito importante para esses dispositivos de iluminação.

Quando o driver é interno ou encapsulado, a temperatura é homogênea em todo o circuito. Em temperaturas ambiente de trabalho muito altas, os capacitores no driver sofrem ressecamento: o dielétrico do capacitor começa a vazar.  O dielétrico é um material isolante (cerâmica, teflon, mica, porcelana, celulose, ar, entre outros,) nesse caso, óleo, que garante a capacidade de armazenamento de energia do componente. Quanto mais isolante o material, mais carga o capacitor é capaz de acumular.

Quando o capacitor está descarregado também não tem tensão sobre ele, ou seja, a corrente elétrica flui livre através dele como se fosse um pedaço de fio.  À medida que a quantidade de carga aumenta no componente, a tensão aparece e aumenta gradativamente sobre ele. Com isso, a corrente passa a ter cada vez mais dificuldade em atravessá-lo até que, quando carregado completamente, é impedida de circular. Em seguida, dá-se início ao processo de descarga do componente: a tensão sobre o capacitor diminui até zerar e as cargas acumuladas se movimentam retomando a circulação da corrente elétrica alimentando o circuito elétrico.

Quando o capacitor perde parte do dielétrico, perde também parte da sua capacidade de acumular carga, guarda menos elétrons. Então, a corrente que ele libera no descarregamento é menor que no funcionamento normal com 100% de isolante interno e, por consequência, menor que a necessária para o circuito trabalhar corretamente.

B) O CIRCUITO

Para tudo funcionar perfeitamente, o consumo de corrente deve estar “sintonizado” com a tensão de trabalho. Por exemplo, para 30V de tensão, é necessário 1A de corrente. Se houver circulando uma corrente diferente do exigido para a tensão em que o driver está trabalhando, 0,8A para 30V, o funcionamento do dispositivo é prejudicado.

No caso de ressecamento do capacitor por causa da alta temperatura a que está submetido, vimos que a quantidade de carga armazenada pelo capacitor no carregamento é menor. Sem corrente suficiente para alimentar o circuito o qual exige corrente maior do que o capacitor pode liberar, a tensão no circuito todo cai rapidamente (chamada queda de tensão vertiginosa). Isso porque, é regra, toda vez que a corrente no circuito diminui a tensão também diminui, ok?! Essa queda repentina de tensão é interpretada pelo sistema como insuficiência de corrente e o sistema de proteção desliga o circuito todo. Logo após o desligamento, recomeça o ciclo; a tensão do circuito volta a subir, o capacitor carrega e descarrega com corrente insuficiente, provoca a queda de tensão abrupta no circuito acionando o sistema de proteção e, em seguida, o carregamento inicia-se novamente. Cada vez que a lâmpada acende e apaga todo esse processo acontece. Isso se repete infinitamente!!!

Por esse motivo, o gerenciamento térmico é tão importante para o capacitor como também para o LED como veremos futuramente. Esses componentes tem uma temperatura ambiente máxima para trabalhar e, acima disso, no caso dos capacitores com dielétricos de óleo, o ressecamento prejudica a capacidade de armazenamento de energia e a vida útil cai consideravelmente. Portanto, quanto menor a temperatura possível do ambiente em que está inserido, maior é a vida útil e confiabilidade não só do capacitor, mas de todo o sistema e sua lâmpada não vai piscar!  😉

É muito importante ter em mente que, quando você for investir em iluminação LED, deve buscar sempre pelo material mais robusto. Quanto mais leve e frágil for a estrutura da lâmpada/luminária ou se for constituída de vidro, pior o gerenciamento térmico. Só de pegar um dispositivo assim na mão você já pode ter certeza de que vai iluminar bem, mas por muito pouco tempo. Bem mais cedo que imagina precisará comprar tudo de novo pois o dano do gerenciamento térmico ineficiente é irreversível tanto para o LED quanto para o capacitor inutilizando completamente a lâmpada.

Gostou? Deixe seu cometário. Ficou curioso ou com dúvida? Envie sua pergunta para e-mail duvidas@febralux.com.br !

Abraço.

Quer conhecer lâmpadas que solucionam seu problema?

Lâmpadas com qualidade? É aqui na Febralux

4 -Lente silicone: amarelamento do LED

By | 4 simples alterações que destruíram a qualidade do LED branco e viciaram o mercado., As quatro alterações na lâmpada LED, Curiosidade, Perguntas Frequentes | No Comments

O silicone é usado devido a alta transparência na faixa de comprimento de onda do espectro visível da luz e a longa vida de estabilidade óptica contra a diminuição da radiação para o azul assim como a facilidade de trabalhar com ele nos processos de injeção e molde. O silicone com base metil (parte orgânica da molécula composta de carbono e hidrogênios) é usado no empacotamento dos LEDs como a camada de cobertura do diodo azul preenchido com partículas de fósforo, o qual é responsável pela conversão da luz azul em comprimentos de onda amarelo e vermelho resultando na emissão de luz branca.

Para os LEDs brancos baseados no método de conversão por fósforo com cobertura direta sobre o chip azul, o silicone compõe as lentes, molde e o invólucro. O material sofre degradação quando submetido a alta temperatura e corrente de operação. Realmente, as perdas elétricas e ópticas, geralmente em forma de calor, causam errigecimento e encolhimento do material induzindo o estresse mecânico dentro da cápsula do LED que pode acabar em a formação de fissuras e bolhas no silicone.

Calor é gerado por uma lado pelas perdas elétricas do diodo azul, e por outro, pelas perdas ópticas nas partículas de fósforo no processo de conversão de luz azul em verde, amarela, vermelha assim como na eficiência do fósforo. O calor gerado pelo diodo pode ser conduzido para fora do LED mais facilmente por estar conectado diretamente com o dissipador de calor enquanto que o produzido e armazenado na cobertura de fósforo é difícil de retirar do encapsulamento por que o silicone é um péssimo condutor de calor produzindo o aquecimento severo da cobertura. Em algumas operações e condições ambiente de temperatura do silicone, ambas podem aumentar para além de 105 ºC induzindo a degradação do material. A consequência direta é a formação de micro fissuras e bolhas na camada de silicone responsáveis pela mudança da cor da luz emitida durante o tempo de uso. O diagrama a seguir retrata a dissipação do calor em grande escala e vista lateral, a dissipação do calor para o ambiente através silicone encapsulante sendo bem menor que a dissipação do chip.

Durante a operação, a luz azul emitida atravessa a camada de silicone e é parcialmente  espalhada em todas as direções e parcialmente convertida nos comprimentos de onda maiores. A conversão de luz é associada com a geração de calor que na verdade depende da quantidade de luz azul absorvida e a eficiência de conversão de luz das partículas de fósforo presentes no silicone induzindo aquecimento no local onde se acumula. Além disso há o aquecimento do diodo que também se espalha pelo silicone.

A carbonização do silicone acontece  pela super absorção de radiação azul proveniente do chip pelo silicone. Esse mecanismo de degradação acontece por causa da permeabilidade do material. O ingresso do vapor de água ocorre quando os LEDs são expostos a condições ambiente de alta temperatura e umidade. Quando o vapor de água alcança a concentração de saturação, condensa nos poros da camada de silicone. O resultado é a super absorção da luz azul por causa das moléculas de água. A alta concentração de fóton azul aumenta consideravelmente a temperatura  dentro do silicone.

Essa é a causa da perda de luminosidade do LED. A alta temperatura e umidade são responsáveis pela despolimerização do material. As cadeias dos polímeros são separadas pela energia térmica e os átomos de carbono da parte orgânica da molécula se dissociam formando moléculas de carbono, ou se rearranjam com os átomos de oxigênio formando óxidos de carbono. O acúmulo dessas moléculas entre  o chip e o silicone resultam no aparecimento de uma zona escura acima do chip afetando a transparência do silicone que impede a passagem de luz para o ambiente bem como a geração dos comprimentos de onda.

Em proporções menos severas que não chegam a carbonização do silicone, ocorre o amarelamento da luz também por sua decomposição quando acumula calor. O resultado são moléculas instáveis que podem ligar-se com outras moléculas, os compostos voláteis orgânicos (VOC – sigla em inglês) presentes nas colas, revestimentos isolantes, anéis de junta, compostos do recipiente que abriga o chip,  materiais usados na construção de lâmpadas e luminárias LED, resultantes também da degradação de suas moléculas por efeito da alta temperatura. À semelhança do vapor de água, esses compostos se alojam nos poros da cobertura de silicone e expostos a alta energia dos fótons azuis junto com o calor do sistema e ambiente mancham o silicone e as lentes. Isso resulta na degradação da qualidade e a falha completa do LED.

Na medida que os fabricantes diminuem a quantidade de fósforo para diminuir o preço de mercado, diminui-se o silicone. Com menor quantidade de matéria, a cobertura fósforo+silicone aquece com mais facilidade. Como vimos é muito difícil retirar o calor do silicone por não estar diretamente ligado a um dissipador e também por ser péssimo condutor térmico.  Se o sistema gerenciamento térmico não for eficiente para retirar o calor de dentro do LED, e geralmente não é, a luz emitida sofre variação com amarelamento causando queda da qualidade de da luz até a queima e em casos severos de alta temperatura e umidade, a carbonização do silicone. Por isso vemos tantos dispositivos LED no mercado que duram tão pouco.

FONTES:Degradation of silicone in white LEDs during device operation: a finite element approach to product reliability prediction S. Watzke, P. Altieri-Weimar Osram Opto Semiconductors GmbH Regensburg, Germany stefan. watzke@osram-os.com, paola. altieri -weimar@osram-os.com;Rapid Degradation of Mid-Power White-Light LEDs in Saturated Moisture Conditions Jianlin Huang, Dušan S. Golubovi´c, Sau Koh, Daoguo Yang, Xiupeng Li, Xuejun Fan, and G. Q. Zhang;Cree® XLamp® LEDs Chemical Compatibility, CLD-AP63 rev 5C August, 2016.

Lâmpada LED queima com frequência?

By | Perguntas Frequentes, Tecnologia | No Comments

Os problemas mais frequentes dos dispositivos de iluminação LED disponíveis no mercado são o escurecimento acelerado e a queima das lâmpadas e luminárias antes do término da vida útil declarada. Esse tipo do comportamento é completamente anormal à tecnologia LED porque seu propósito é aumentar consideravelmente a vida útil da iluminação artificial para 50.000 horas até mais de 100.000 horas. É a solução da engenharia para gerar luz com consumo de eletricidade bem menor que o das tecnologias anteriores (eficiência energética) e é ecologicamente sustentável; pode ser reciclado diminuindo impactos ambientais e à saúde humana.

A depreciação do fluxo luminoso é a queda da capacidade de geração de energia luminosa do dispositivo durante o uso. A máxima depreciação de luminosidade aceitável no decorrer da vida útil foi padronizada pela indústria global através da metodologia de testes LM-80 (Measuring Lumen Maintenance of LED Light Sources). O relatório gerado com o resultado desses testes é utilizado pelos órgãos governamentais regulamentadores de segurança e eficiência, como o INMETRO no Brasil, por exemplo, para conceder os selos da certificação obrigatória.

Depreciação do Fluxo Luminoso

A LM-80 define as características da depreciação do fluxo luminoso e estabelece um método de testes uniforme a ser executado por todos os laboratórios. Todos os testes são executados como os mesmos parâmetros: temperatura de trabalho, temperatura ambiente, umidade, tensão, quantidade de corrente elétrica, número de horas e etc.

Os dispositivos LED são submetidos a testes de no mínimo 6.000 horas, podendo progredir para 10.000 operando sob condições controladas: corrente DC – Direct Current do driver, forma de onda da tensão, temperatura – 55°, 85° e outra escolhida pelo fabricante- cromaticidade, falhas catastróficas e outros. A cada 1.000 horas o LED é retirado da câmara térmica para que sejam tomadas as medições de parâmetros ópticos e elétricos como tensão, fluxo luminoso e variação da cor da luz. Ao final das 6.000 horas de teste, os dados são reunidos formando o relatório de testes da LM 80.

Dessa forma, os resultados obtidos podem ser comparados e definido o produto que apresenta o melhor desempenho de maneira confiável. Com base nisso se mede a velocidade do escurecimento do LED. Quanto maior a depreciação luminosa, menor o tempo de funcionamento.

Para o LED não é prevista a queima repentina, denominada falha catastrófica, mas sim, o escurecimento lento com o passar do tempo pela degradação igualmente lenta do LED. Isso expresso em anos, dependendo da quantidade de horas diárias de uso e da qualidade da lâmpada ou luminária, resulta no gráfico a seguir:

O que significa 50.000 horas em termos práticos

A primeira coluna do gráfico indica duração de 5,7 anos do LED de 50.000 horas de vida útil funcionando 24 horas diárias. Ligado 4 horas por dia, o LED de 50.000 horas de vida útil, dura 34,2 anos. 

Os resultados obtidos na LM-80 são usados para estimar para quanto o fluxo luminoso diminuirá passado um determinado tempo de funcionamento. Isso se chama vida de manutenção de fluxo luminoso nominal, o Lρ do LED: período de tempo durante no qual uma lâmpada LED fornece ρ% ou mais do fluxo luminoso inicial, sob condições normais de ensaio. Traduzindo: quanto tempo de funcionamento é necessário para que o fluxo luminoso caia a uma determinada porcentagem do inicial depois da primeira medição. Normas como o INMETRO consideram 70% como porcentagem mínima que o LED deve apresentar no final vida útil, ou seja, se a vida útil declarada de uma lâmpada de 100 lumens é de 50.000 horas, ao final das 50.000 horas de uso, o fluxo luminoso deverá ser 70 lumens ou mais. Esse é o padrão L70.
A curva de depreciação do fluxo luminoso é obtida inserindo os valores medidos nos testes da LM-80 na fórmula matemática do memorando técnico IESNA TM-21 (Technical Memorandum) resultando no gráfico:

Exemplo de manutenção de fluxo luminoso no tempo e vida em 6.000 horas

No gráfico, os pontos vermelhos indicam os momentos em que o fluxo luminoso de saída é medido. Atingidas 1.000 horas de duração do teste, o fluxo luminoso é medido pela primeira vez e considerado como 100% do fluxo do LED bem como os outros parâmetros; corrente, cromaticidade, forma de onda da tensão etc. A partir daí, a medição é repetida ao atingir 2.000 h, 3.000 h até as primeiras 6.000 h, observando o quanto o fluxo cai em relação à primeira medição. Observe a  queda lenta da geração de luz com o passar do tempo. O escurecimento acelerado do LED é evidência de má qualidade.

É interessante ressaltar que a TM-21 é usada como critério de aprovação para os produtos pela ENERGY STAR e estabelece o comportamento aceitável de manutenção de fluxo luminoso que todos os produtos LED competidores do mercado devem apresentar para serem classificados econômicos e não nocivos ao meio ambiente. A competitividade fundamenta-se na sustentabilidade como benefício e não no menor preço.

INMETRO: Depreciação máxima permitida

A depreciação máxima permitida para os LEDs nas primeiras de 6.000 horas de uso são expressas nas tabelas abaixo:

O LED de má qualidade deprecia com pouco tempo de uso antes mesmo do término da vida útil. Seguindo os valores das tabelas do INMETRO, depois das primeiras 6.000 h, o fluxo luminoso desse tipo material é bem menor que os afixados pela norma e, no fim da vida útil, fica bem abaixo dos 70% ou simplesmente apaga muito antes disso.
A depreciação do fluxo luminoso se deve a fatores como composição, uniformidade, densidade e espessura da camada de fósforo, gerenciamento térmico deficiente, tipo de fio condutor de corrente, tecnologia de fabricação do chip, tipo e qualidade do material da lente e entre outros.

A tecnologia LED de iluminação é altamente eficiente, sustentável e oferece alto custo benefício. Para desfrutar desses benefícios, no entanto, é preciso sempre buscar o melhor produto.

Fontes: CREE – LED Luminaire Design Guide, pág.3, gráfico 1.; Cree® XLamp® LED Long-Term Lumen Maintenance, figura 4, página 6;ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº 389/ 2014, Tabela 7 – Limites para 6 000 h (obrigatório), pág. 17, ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº 389/ 2014, Tabela 8 – Limites para declarações opcionais, pág. 17.

Espero que tenha esclarecido dúvidas e sido útil. Se não, mande sua dúvida ou sugestão. Fale comigo!

Um grande abraço!

Mayrah F. Moraes

Como aplicar a lâmpada LED tubular de vidro. Fique atento!

By | As quatro alterações na lâmpada LED, Curiosidade, Perguntas Frequentes | No Comments

Analisando as fichas técnicas de alguns fabricantes de lâmpadas e luminárias LED me deparei com dados extremamente preocupantes declarados em algumas delas. Especialmente no caso de lâmpadas LED com lente de vidro. Os valores de fluxo de saída, vida útil, eficiência luminosa apresentados são incoerentes e, na verdade muito superiores aos números reais. Já vi fichas apresentando de eficiência luminosa de 90 lm/W ~ 95lm/W (lumen por Watt), fluxo luminoso de 1700 lm (lumen), garantia de 3 anos, IRC>80 e vida útil de 25.000 horas, por exemplo e vou explicar o por quê desses números serem absurdos.

Antes de qualquer coisa, a lâmpada LED de vidro não tem dissipador de calor, é só o vidro e o plástico mesmo! O problema é que é muito importante um sistema de gerenciamento térmico eficiente para qualquer dispositivo cuja finalidade seja iluminação de ambientes. Serve para evitar o escurecimento acelerado do LED  (degradação do fluxo luminoso), transferindo o calor gerado no seu interior pela transformação de eletricidade em luz, para o ambiente externo. Para isso, conta-se com o dissipador de alumínio como parte integrante da carcaça o qual deve ter espessura e composição adequadamente dimensionadas para desempenhar a função eficientemente. O vidro é péssimo condutor térmico.

Aumentando a temperatura dentro do LED – temperatura de junção, na presença de umidade, a camada de fósforo + gel silicone pode sofrer carbonização adquirindo tom escuro o que diminui a quantidade de luz liberada para o ambiente. Além da carbonização do silicone, o simples aumento da temperatura de junção do diodo emissor de luz é o suficiente para a diminuição do fluxo luminoso de saída, motivo pelo qual o fluxo luminoso declarado de 90 lm/W ~ 95lm/W é inverídico. Esse é um dos motivos para a queda brusca da vida útil e crescimento da taxa de depreciação do fluxo luminoso de saída em função exponencial.  Observe o gráfico abaixo. Nele, a curva de cor verde indica o LED operando com temperatura de junção maior que o da curva vermelha. Considerando que no eixo da quantidade de horas, após a marca 10.000 h, a escala cresce de 10.000 em 10.000, na linha dos 50% de fluxo luminoso, o primeiro atinge apenas pouco mais de 25.000h de funcionamento enquanto que o segundo, 60.000 horas.

Para tentar diminuir esse efeito colateral, o seguinte artifício é utilizado; aplica-se uma camada de fósforo mais fina que o padrão sobre o chip de luz azul. A camada menos espessa permite uma porção muito maior do feixe azul atravessá-la e lançá-la no ambiente e enquanto que gera menor quantidade de luz amarela. A luz monocromática azul precisa de pouca energia para ser produzida, com pouca potência gera alto fluxo luminoso que ainda sim não passa de 1500 lm. O resultado é intensa luz de tom azulado. Conheça os riscos a que sua saúde é exposta com essa manobra clicando aqui. Em consequência disso, a potência exigida para o funcionamento do LED é menor permitindo a diminuição o tamanho do chip fixado em data sheet. De fato, os chips estão menores.

A sensação visual dos tons do branco no sistema ótico humano resulta da mistura da luz proveniente da camada de fósforo e azul para os LEDs brancos disponíveis no mercado. O que nos permite enxergar os objetos é a reflexão das cores a partir da sua superfície. Se a luz incidente não tiver boa composição, a percepção da cor será distorcida, portanto, irreal. Com a camada de fósforo empobrecida, são produzidas porções menores dos tons das cores verde, amarelo, laranja, vermelho do espectro de luz branca e, escapando muita luz azul para o ambiente, o Índice de Reprodução de Cores é prejudicado. Por isso não é verdade o alto IRC>80.

Na figura a seguir, o gráfico da esquerda indica a porção de cada cor para temperatura de cor 6.000K e o da direita, 4.000K. Nessa figura fica clara a diferença de proporção de cores que compõem cada temperatura de cor.


No caso que estamos tratando, o pico dos tons de luz azul é bem maior que o pico dos tons de luz amarela. Aproxima-se mais deste outro gráfico que segue:

As alterações da composição, espessura, uniformidade e densidade adequados da camada de fósforo, adicionados à substituição do fio de ouro por cobre até alumínio para condução da corrente elétrica através do chip e a diminuição da sua dimensão padrão, tudo isso abrigado numa estrutura de gerenciamento térmico ruim é uma verdadeira catástrofe! O resultado é depreciação da luminosidade e da vida útil do LED que, por essência, dever se fonte de luz de longa vida. Coisa de pelo menos 30 anos! Por essas razões não faz sentido os dados declarados por esses fabricantes. Faz menos sentido ainda submeter um LED de alto valor agregado a condições de trabalho que aceleram a degradação da luz como a um sistema de gerenciamento térmico ineficiente. Seria um desperdício terrível.

COMO ASSIM LÂMPADA DE VIDRO PARA ILUMINAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL?

O mais assustador é a grande procura desse material para iluminação comercial, até industrial, quando a aplicação adequada é para residências. Considerando a eficiência energética a que esses setores são incentivados a buscar, a necessidade de muitos por elevado IRC, boa eficiência e distribuição luminosa, a lâmpada de vidro oferece qualidade e durabilidade muito aquém do exigido para o bem estar e segurança de clientes e colaboradores, influenciando inclusive na produtividade.

A expectativa de uso de uma lâmpada LED de qualidade tem duração estimada de mais de 34 anos dependendo da quantidade de horas diárias de uso. Como exemplo, uma lâmpada com vida útil declarada de 50.000 horas ligada 4 a 6 horas por dia. Depois das 50.000 horas de uso, a quantidade de luz gerada deverá ser apenas 30% menor que gerada na primeira vez que foi ligada(padrão L70). Nem no final da vida útil do produto o escurecimento acentuado é aceitável! Isso só acontece quando estão reunidos componentes e as condições de trabalho favoráveis para a boa performance do produto.
Isso não quer dizer que a lâmpada tubular LED vidro seja completamente descartada. Absolutamente não! Apenas deve ser aplicada adequadamente para evitar desperdício de dinheiro. Se o IRC nem a eficácia luminosa forem importantes, a exigência de trabalho diário for baixa  – de 4 a 6 horas, pessoas não permaneçam no ambiente por longos períodos, aí sim a lâmpada LED vidro atende com tranquilidade e estará assegurado seu uso e funcionamento correto.

O mau investimento é um grande problema. É decorrente da falta da informação, prejudicial ao planejamento financeiro, ao projeto e as consequências perduram a longo prazo, gerando um desperdício gigantesco que poderia ter sido evitado pela pesquisa em fonte confiável.

Não só o técnico é responsável por coletar informação de fonte confiável, avaliar e garantir o atendimento do objetivo do projeto. O comprador também é. Ainda que este seja um negociante de “propostas agressivas”, é imprescindível que leve tudo isso em conta na negociação. Tanto um quanto o outro devem ter consciência de que a qualidade do produto exige um preço justo dentro da realidade do valor agregado. Isso é compra racional. O menor preço não é o melhor preço!

 

Um grande abraço!

Mayrah F. Moraes

Riscos e benefícios da influência da luz ambiente LED no corpo humano. Fique de olho!👀

By | Perguntas Frequentes, Tecnologia | No Comments

Sabia que a temperatura de cor do ambiente influencia diretamente sobre o funcionamento do corpo humano? Tanto pode aumentar a produtividade nos ambientes de trabalho quanto proporcionar maior sensação de descanso. Algumas dúvidas tem inquietado os consumidores da iluminação LED sobre possíveis riscos à saúde, se existem ou não. Tudo depende da temperatura de cor da luz ambiente estar ajustada com os momentos do nosso relógio biológico. Dá uma olhadinha!

O IMPACTO TEMPERATURA DE COR DA LUZ NA FISIOLOGIA HUMANA

O IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) divulgou o artigo Spectral Optimization of Three-Primary LEDs by Considering the Circadian Action Factor sobre a otimização de LEDs brancos com base RGB (Red, Blue, Green), com o ajuste das quantidades de luz vermelha, verde e azul para conseguir a branca.

O objetivo reproduzir várias temperaturas de cor (CCT – Correlated Color Temperature) com o mesmo LED. É poder “temperar” a cor da luz resultante nos tons de branco de quente a frio o mais próximo possível da luz natural em diferentes períodos do dia e, com isso, acrescentar ou retirar a quantidade de luz azul da composição da luz branca.

Essa preocupação se deve as mais recentes descobertas sobre o impacto da luz ambiente sobre os humanos: os efeitos biológicos não visuais que influenciam diretamente o comportamento físico, psicológico e fisiológico humano.

Estudos e experimentos comprovam que na retina do olho dos mamíferos existem células fotorreceptoras, as Células Ganglionares Fotorreceptoras da Retina (PRGC – sigla em inglês), as quais não estão relacionadas com a visão, mas sim com a detecção da intensidade da luz ambiente atuando na regulagem do tamanho da pupila, resposta do olho e, principalmente, pela regulação do ritmo cardíaco (nosso relógio biológico baseado no período de 24 horas correspondente ao ciclo noite-dia), produção de hormônios como cortisol, melatonina entre outros e pela liberação da melatonina pela glândula pineal que fica no centro do cérebro.

A melatonina é o hormônio responsável pela regulação química do ciclo “dormindo-acordado”. Sua liberação no sangue humano aumenta antes da meia-noite e atinge os maiores níveis durante a noite e é completamente dependente do espetro de luz recebido.

As Células Ganglionares Fotorreceptoras da Retina são extremamente sensíveis particularmente a região espectral entre 460 nm e 480 nm que corresponde a luz AZUL. Quando essas células são excitadas, induzem o processo de supressão do hormônio na corrente sanguínea, ou seja, diminuição da quantidade antes liberada pela glândula pineal. Partindo daí, é possível, através do CONTROLE da quantidade de luz azul, controlar o ciclo “dormindo-acordado” de maneira muito eficiente!

Controlando a quantidade de luz azul no espectro, controla-se o ritmo cardíaco. Diminuindo a porção de luz azul, o corpo entra em estado de sonolência: o ritmo cardíaco diminui com a liberação da melatonina na corrente sanguínea. Por consequência, aumentando sua quantidade a resposta é o estado de alerta com a retirada do hormônio da circulação sanguínea. Dessa forma a iluminação do ambiente pode ser usada em benefício da saúde e bem estar humano potencializando o nível de atenção e de descanso.

Um experimento realizado pelo Departamento de Medicina Respiratória do Hospital Whittington em Londres em conjunto com a Philips da Holanda em 2007 (leia o artigo) expôs dois grupos de pessoas de uma companhia a iluminações diferentes, um a 2900K e outro a 17000K – casos extremos para destacar os resultados, durante 3 meses. Constatou-se que temperaturas de cor correlata (CCT) altas, cuja porcentagem de luz azul no seu espectro é bem maior são altamente eficientes para aumentar o estado de alerta, vigilância psicomotora, concentração, melhora o humor, a qualidade do sono, alivia o estress, reduz a sonolência e promove bem estar. Tanto isso tudo faz sentido que se recomenda às corporações estimularem os colaboradores a exposição à luz solar no período de trabalho para o aumento da produtividade.

A conclusão do experimento foi que realmente houve aumento significativo da produtividade e bem estar dos colaboradores quando submetidos à alta temperatura de cor correlata. A partir desses resultados podemos concluir que se o objetivo é criar um ambiente de aconchego, relaxamento e descanso podemos com base em experimentação científica aplicar as temperaturas de cor mais baixas como 2.700~3.200K. Se a intenção é aumentar o nível de alerta do público, então aumentamos a temperatura de cor do ambiente isso sempre aproximando ao máximo da cor dos períodos de iluminação solar do dia: iluminação de meio-dia para alerta máximo e de pôr do sol para descanso. Perceba na figura a seguir como a temperatura de cor da luz solar varia no decorrer do dia.

 RISCOS DA EXPOSIÇÃO EXCESSIVA À LUZ AZUL

Temperar a luz ambiente não é apenas capricho dos engenheiros, é questão de saúde do consumidor! Trata-se de respeitar o ciclo “dormindo-acordado” do relógio biológico humano adaptando a luz artificial do ambiente ao ciclo. O relógio biológico interno é determinado pelo DNA, sincronizado com o ambiente externo e ajustado por estímulos externos: variação da temperatura de cor da luz ambiente, intensidade da luz e temperatura do ambiente durante o ciclo de 24 horas.

Sendo assim, a supressão da melatonina e de outros hormônios da corrente sanguínea é benéfica somente durante o dia para manter os níveis de alerta. Após o pôr-do-sol, no entanto, sua liberação é necessária para ativação do estado de descanso e para manter o relógio biológico ajustado. Logo, os baixos níveis desses hormônios no período de descanso do ciclo “dormindo-acordado” podem ter como consequência a descompensação fisiológica, comportamental e psicológica do indivíduo. Luz azul em excesso no sistema óptico humano fora do período correto do seu relógio interno se torna em malefício.

O potencial malefício ou desvantagem da lâmpada LED não está em queimar a pele ou emitir raios UV até porque o LED não contém porções de radiação ultravioleta ou infravermelha na composição da luz (veja o esquema do LED luz branca). O LED luz branca disponível no mercado tem por princípio de funcionamento o diodo emissor de luz azul coberto por uma camada de fósforo amarelo. A somatória da luz amarela do fósforo com a azul resulta na branca e suas tonalidades. Logo, a possibilidade de manchas ou câncer de pele são efeitos colaterais descartados.

O problema está no EXCESSO da quantidade e do tempo de exposição à luz azul que, segundo pesquisas do Intituto de Medicina de Harvard (leia o artigo), pode causar DESCONTROLE do relógio biológico do indivíduo atacando frontalmente o funcionamento da compensação hormonal do indivíduo, a qual é extremamente importante para a saúde e bem estar, contribuindo assim para a causa do câncer, diabetes, doenças cardíacas e obesidade. O excesso é entendido como exposição ao espectro azul fora das condições naturais ambientais externas em grande intensidade, fora das porções dosadas na luz natural. Isso é tão importante que o próprio IEEE se preocupou a ponto de projetar um LED com base RGB que permita maior precisão de controle da quantidade de luz azul de acordo com os períodos do dia!

Esses problemas são evitados justamente na camada de fósforo. Quanto menos luz azul conseguir escapar para o ambiente, melhor. Quanto melhor a composição química, quanto mais uniforme for a distribuição da camada depositada acima do chip em espessura e densidade, os “buracos” por onde a luz azul pode escapar serão bem menores tanto em número quanto em tamanho. Todas essas qualidades resultam num equipamento com o preço mais alto do que o consumidor geralmente está disposto a pagar devido a tecnologia e material empregados e, por isso, recorre aos similares mais em conta. Isso se deve ao fato do consumidor não enxergar imediatamente os danos que pode causar por desconhecimento dessas informações ou puramente por desinteresse.

Exatamente por esse motivo que alertei  no artigo 4 alterações que destruíram a qualidade do LED branco e viciaram o mercado”  para certos artifícios adotados por muitos fabricantes para baratear o valor do produto final. Economizam em componentes que além de eficiência do produto, garantem a segurança e integridade do usuário e, substituindo-os, comprometem tanto um quanto o outro. Nenhum serviço de engenharia, baseado em estudos, experimentos, que passa por normatização, pode ser substituído por um paliativo que aparentemente faz a mesma coisa. O resultado é sempre catastrófico: põe em risco a integridade do consumidor e joga o investimento na lata do lixo.

Gostou? Deixe seu comentário!

Ficou curioso ou com dúvida? Deixe sua pergunta e terei satisfação em responder! Envie e-mail para mayrah@febralux.com.br.

Faça sua sugestão de artigo. ; )

Um grande abraço!

Mayrah F. Moraes

 

 

 

 

Luminária LED para iluminação industrial

By | Perguntas Frequentes, Tecnologia | No Comments

Quer luminária LED para substituir HQI 250W e 400W para iluminação industrial? Agora dá!

Para substituição de luminárias de vapor metálico de 250W e 400W HQI empregadas na iluminação industrial-galpões e armazéns, é high bay, pode ser instalada a altura de 12 a 15 metros. Além da economia 50% no consumo de energia garantida, a alta qualidade da iluminação proporciona o bem estar e segurança do colaborador: evita a esforço de acomodação visual excessiva e proporciona percepção mais real do ambiente aumentando o nível de atenção. Descubra como a iluminação qualidade aumenta a produtividade de seu colaborador  clicando aqui.

Não ter que montar e desmontar andaimes todo ano para tocar a lâmpada ou o reator, não ter que esperar de 15 a 20 minutos o resfriamento da lâmpada para acendê-la de novo depois de uma queda de energia, diminuir consideravelmente a frequência das manutenções da iluminação e evitar gasto de tempo e dinheiro com isso agora é uma realidade e está ao teu alcance!

Toda a linha LED SMD 5730, Luminária de Embutir, Luminária Industrial e Refletor, atenua incrivelmente as perdas de fluxo luminoso inerentes à tecnologia antecessora.

Nos refletores de lâmpadas de vapor metálico, o fluxo luminoso que sai da luminária é menor que o irradiado da lâmpada; parte é absorvido, parte é refletido e parte é transmitido no próprio material com que é constituída.

Fluxo também se perde devido à eficiência do reator o qual não transfere integralmente a energia recebida da rede para a lâmpada; pela incompatibilidade de sistemas reator/ lâmpada de descarga que causa alteração da cor da luz resultante produzindo tom esverdeado ou róseo e pelos picos de tensão da rede que prejudicam o circuito.

O alto Índice de Reprodução de Cores proporciona iluminação próxima da luz do dia com alta qualidade para ambientes externos e internos, alta manutenção da Temperatura de Cor Correlata (CCT) e de fluxo luminoso, ou seja, variação de tonalidade da luz muito pequena e lenta depreciação durante o uso. Sua eficiência energética e vida útil são grandes vantagens da tecnologia LED SMD 5730 Febralux: é muito superior a da tecnologia das lâmpadas de descarga que na prática atingem no máximo 6.000 horas de vida útil produzindo mais energia luminosa por unidade de energia elétrica consumida.

A manutenção do fluxo luminoso, isto é, o quanto o fluxo luminoso deprecia desde o momento da instalação da luminária (saiba mais neste artigo), deve ser seriamente levada em consideração. Quanto mais tempo demora a deterioração do LED com a perda gradativa da capacidade de produção de energia luminosa, mais tarda sua substituição e, portanto, novo investimento. A manutenção do fluxo luminoso  da Luminária Industrial LED SMD 5730 Febralux é a mais alta do mercado: depreciação de menos de 3,2% a 55°C e menos de 3,6% a 95°C nas primeiras 6.000 horas segundo relatório LM80! Comparando com as lâmpadas de descarga, cuja depreciação chega quase a 20% nas primeiras 2.000 horas de uso sendo sua vida útil de 6.000 horas. No fim desse período, o fluxo luminoso será a aproximadamente 40% do inicial. Em contrapartida, para tecnologia LED em geral, a depreciação deve ser no máximo de 5% nas primeiras 6.000 horas segundo método internacional de testes IES LM80.

Considerando-se uma vida útil de 50.000 horas, conclui-se que o LED ilumina bem mais e por muito mais tempo. A Febralux supera as expectativas.

A tecnologia LED Febralux do Refletor SMD 5730 garante o sucesso do seu investimento e é imbatível na relação custo-benefício. Sem troca de reator, IRC (Indice de Reprodução de Cores) > 85, liberdade de mudar no ângulo de inclinação da luminária e vida útil de 50.000 horas, é indubitavelmente a melhor luminária para o seu empreendimento garantindo retorno do seu investimento por muitos anos e com qualidade ímpar!

Quer fazer um investimento que realmente vale cada centavo? Fale com a gente no e-mail vendas@febralux.com.br ou pelo chat no canto inferior direito da sua tela!