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POR QUE COMPRAR LUMINÁRIA LED FEBRALUX?

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Economia e vantagem de verdade é com a Luminária LED SMD 5730 Febralux!

Olá, aqui é a Mayrah do Desenvolvimento de Produto da Febralux e hoje vou te dar 5 motivos para comprar as luminárias LED Febralux.

  1. LED CHIP SAMSUNG

*Alta tecnologia coreana;

*Produz muito mais luz que os chips comuns e potencializa a economia de energia elétrica. Cada centavo e cada Watt é muito melhor aproveitado:  você paga muito menos por mais luz com a luminária Febralux que com as outras!

* Não pisca, não amarela, o LED não fica fraco

*Com isso, sobrará mais dinheiro para investir em novos projetos ou comprar outras coisas que você precisa;

*Elimina as manutenções! Você pára de gastar com manutenção de luminária defeituosa: elimine o gasto de contratação de equipes, maquinário, horário especial, periculosidade e NRs.

  1. EFICIÊNCIA LUMINOSA DE 120 lm/W

*Cada centavo e Watt é muito melhor aproveitado, ou seja,  1W de energia elétrica produz  120 lm de energia luminosa;

*Isso significa maior economia na fatura de energia: produz mais luz com por unidade de energia que as demais e você diminui ainda mais sua conta;

  1. IRC 85

*Não adianta iluminar muito e você não enxergar nada! Pode até ser que uma luminária tenha alta luminosidade, mas se não tiver alto IRC não adianta. A lâmpada vapor de sódio, aquela amarela usada na iluminação pública tem eficiência de até 140 lm/W mas o baixo IRC 20 destaca os tons de vermelho e você não consegue enxergar as cores do ambiente, na iluminação pública por exemplo , você enxerga a rua toda laranja. Para o LED, alto fluxo luminoso com IRC baixo resulta na definição dos tons frios mas distorce os tons quentes, ou seja, o ambiente fica azul e não define os tons vermelhos e amarelos;

*Ambiente confortável com a definição das cores, pois evita o esforço da acomodação do sistema óptico;

*Melhor definição na filmagem das câmaras de segurança: muito mais segurança para você, seus clientes e funcionários.

  1. LM80

Você vai economizar por + tempo sem precisar gastar com outra luminária por que ela:

* Não perde a luminosidade: Durante o tempo de uso de um refletor de lâmpada de vapor metálico – 6.000 horas, ela diminui só 3,5% da claridade. Ilumina bem por muito tempo por que a degradação do LED é muito lenta;

*Você para de se preocupar em ter que organizar orçamento pra comprar luminárias novas.

  1. 5 ANOS DE GARANTIA

*Parar tudo pra ligar para o fabricante trocar a lâmpada que queimou toma tempo e paciência. Livre-se disso!

*instale a luminária e esqueça ela lá!

Painel de embutir e sobrepor Linha Comercial

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O Painel LED Linha Comercial nas versões embutir e sobrepor é próprio para comércio e residência. Substitui o spot de lâmpadas fluorescentes com ótima eficiência energética e vida útil, atendendo os projetos de iluminação com qualidade, segurança e durabilidade.

Descrição técnica:

Eficiência Luminosa de 70 lm/W com LED SMD 2835 com 1 ano de garantia e vida útil de 25.000 horas. Em acrílico e alumínio, na temperatura de cor  3000K/6000K , ângulo de feixe de 120º, é prático e sofisticado.

Baixe a ficha técnica aqui!

Não perca a segurança, a qualidade e o seu investimento sendo enganado com preços baixos. Aplique bem o seu dinheiro suado com o Painel LED Linha Comercial.

Gostou? Fale com a gente. Mande e-mail para vendas@febralux.com.br.
Grande abraço,
Mayrah Felix Moraes

Refletor LED SMD 5730

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O Refletor SMD LED 5730 chip Samsung é perfeito para substituição de luminárias de vapor metálico de 250W e 400W HQI empregadas na iluminação externa- estacionamentos, outdoors, postos combustíveis, campos society entre outros. Pode ser instalada a altura de 12 a 15 metros.

Além da economia 50% no consumo de energia garantida, a alta qualidade do Refletor SMD LED 5730 proporciona o bem estar e segurança do colaborador e do cliente: evita o esforço de acomodação visual excessiva e proporciona percepção mais real do ambiente aumentando o nível de atenção.

A eficiência energética e vida útil são grandes as vantagens do Refletor LED SMD 5730: é muito superior a da tecnologia das lâmpadas de descarga que na prática atingem no máximo 6.000 horas de vida útil e produz mais energia luminosa por unidade de energia elétrica consumida. E mais: NÃO PISCA, NÃO QUEIMA, NÃO AMARELA E NÃO ESCURECE!

Descrição técnica:

Eficiência Luminosa de 120 lm/W com LED SMD 5730 chip Samsung com 5 anos de garantia e vida útil de 50.000 horas. Em material alumínio, tem ótimo IRC de 85 e trabalha em temperatura ambiente entre -20°C a 40°C, ângulo de feixe de 120º. Isso mesmo, luz do dia à noite! Potências 100W,120W, 150W e 180W.

Baixe a ficha técnica aqui!

Por que LED com chip Samsung?

*Alta tecnologia coreana;

*Produz muito mais luz que os chips comuns potencializando a economia de energia elétrica. Cada centavo e cada Watt é muito melhor aproveitado: você paga muito menos por mais luz com o Refletor Febralux que com os outros!

*Sobrará mais dinheiro para comprar outras coisas que você precisa ou investir em novos projetos;

*Pare de gastar com manutenção de refletor defeituoso: elimine o gasto de contratação de equipes, maquinário, horário especial, periculosidade e NRs;

*Elimine as manutenções!

Não perca a segurança, a qualidade e o seu investimento sendo enganado com preços baixos. Aplique bem o seu dinheiro suado com o Refletor LED SMD 5730.

Gostou? Fale com a gente. Mande e-mail para vendas@febralux.com.br.

Grande abraço,

Mayrah Felix Moraes

Lâmpadas tubulares T8 – Linha Comercial

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A Lâmpada Tubular LED T8 Linha Comercial é aplicável para comércio e residência substituindo a lâmpada tubular fluorescente. Ideal para iluminação geral que demanda de 12 horas de funcionamento diário como escritórios, lojas, agências bancárias, escolas, clínicas e etc.

Com economia 50% no consumo de energia garantida sobre as tubulares fluorescentes, a alta qualidade da Lâmpada Tubular LED T8 Linha Comercial proporciona iluminação confortável: você tem percepção mais real do ambiente e das cores e evita o esforço de acomodação visual excessiva. Não sofra com lâmpada de vida curta, que pisca e escure. Investir em qualidade é o melhor para quem realmente quer economizar!

Descrição técnica:

Eficiência Luminosa de 90 lm/W com LED SMD 2835 com 2 anos de garantia e vida útil de 25.000 horas. Em acrílico e alumínio, tem ótimo IRC 75 e trabalha em temperatura ambiente entre -20°C a 40°C, na temperatura de cor 5500K~ 6000K.

Baixe a ficha técnica aqui!

Não perca a segurança, a qualidade e o seu investimento sendo enganado com preços baixos. Aplique bem o seu dinheiro suado com a Lâmpada Tubular LED T8 Linha Comercial.

 

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Grande abraço,

Mayrah Felix Moraes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lâmpadas tubulares T8 Linha Residencial – Vidro

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As Lâmpadas Tubulares LED T8 Linha Residencial Vidro aplicam-se a demandas de 4 a 6 horas de funcionamento diário, como residências, na substituição das lâmpadas tubulares fluorescentes.

A eficiência energética e vida útil superam a da tecnologia de lâmpadas de fluorescentes que atingem no máximo 8.000 horas de funcionamento devido a limitações do circuito eletrônico, contando ainda com a perda de energia luminosa pelo reator quando incompatível com a lâmpada ou com pelo próprio envelhecimento do dispositivo.

Descrição técnica:

Eficiência Luminosa de 70 lm/W com LED SMD 2835 com 1 ano de garantia e vida útil de 25.000 horas. Em vidro e alumínio, tem IRC 70 e trabalha em temperatura ambiente entre -20°C a 40°C, na temperatura de cor 5500K~6000K. Potência de 18W.

Baixe a ficha técnica aqui!

Não perca a segurança, a qualidade e o seu investimento sendo enganado com preços baixos. Aplique bem o seu dinheiro suado com a Lâmpadas Tubulares LED T8 Linha Residencial Vidro .

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Grande abraço,
Mayrah Felix Moraes

 

Painel de embutir Linha Industrial

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O Painel de Embutir Linha Industrial é próprio para indústria, comércio e residência. Substitui integralmente o spot de lâmpadas fluorescentes com alta eficiência energética e vida útil, atendendo os projetos de iluminação com excelência, qualidade, segurança e durabilidade. Você já viu painéis de embutir LED piscando, com a lente amarelada ou que perderam iluminação. O Painel de Embutir Linha Industrial Febralux não dá nenhum desses defeitos!

Descrição técnica:
Eficiência Luminosa de 90 lm/W com LED SMD 2835 chip Samsung com 3 anos de garantia e vida útil de 50.000 horas. Em acrílico e alumínio, na temperatura de cor 6000K é prático e sofisticado. Potências de 15W e 20W.

Baixe a ficha técnica aqui!

Por que LED com chip Samsung?

*Alta tecnologia coreana;

*Produz muito mais luz que os chips comuns potencializando a economia de energia elétrica. Cada centavo e cada Watt é muito melhor aproveitado: você paga muito menos por mais luz com o painel Febralux que com os outros!

*Sobrará mais dinheiro para comprar outras coisas que você precisa ou investir em novos projetos;

*Pare de gastar com manutenção de painel defeituoso: elimine o gasto de contratação de equipes, maquinário, horário especial, periculosidade e NRs.

*Elimine as manutenções!

Não perca a segurança, a qualidade e o seu investimento sendo enganado com preços baixos. Aplique bem o seu dinheiro suado com o Painel de Embutir Linha Industrial.

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Grande abraço,
Mayrah Felix Moraes

Conheça a causa de todos os problemas do LED

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Não é exagero. Todos os problemas da tecnologia LED tem como causa principal a geração e transferência de calor. Entre eles, a perda de fluxo luminoso, mudança da temperatura de cor, redução da vida útil, do índice de reprodução de cores, da eficiência luminosa, efeito pisca-pisca, entre outros. Compromete significativamente o desempenho do LED e precisa ser controlado para garantir a estabilidade  dos parâmetros ópticos e a longa vida mantendo a temperatura de junção do LED baixa e constante. A temperatura de junção do LED é a temperatura máxima na junção N e P do diodo (semicondutor) enquanto trabalha dentro do circuito.

A junção N e P é a região ativa onde acontece a recombinação entre os elétrons livres e os átomos positivamente carregados, os “buracos” onde os elétrons caem liberando energia em forma de luz. Apenas cerca de 25% da potência consumida  é convertida em energia luminosa enquento que 75% é transformado em calor.

Calor é gerado por uma lado pelas perdas elétricas do diodo azul, e por outro, pelas perdas ópticas nas partículas de fósforo no processo de conversão de luz azul em verde, amarela, vermelha assim como na eficiência do fósforo. O calor gerado pelo diodo (chip no diagrama) pode ser conduzido para fora do LED mais facilmente por estar conectado diretamente com o dissipador de calor enquanto que o produzido e armazenado na cobertura de fósforo é difícil de retirar do encapsulamento por que o silicone  e o Material Epoxy Composto (EMC- sigla em inglês) são péssimos condutores de calor, portanto aquecem severamente a cobertura. Em algumas operações e condições ambiente, a temperatura do silicone e do ambiente podem aumentar substancialmente induzindo a degradação do material. A consequência direta é a formação de micro fissuras e bolhas no silicone responsáveis pela mudança da cor da luz emitida durante o tempo de uso. O diagrama a seguir retrata a dissipação do calor em grande escala e vista lateral, sendo a dissipação do calor para o ambiente através silicone encapsulante bem menor que a do chip.

A resistência térmica é a quantidade de calor gerado em graus Celsius para cada Watt de potência consumida (ºC/W). Cada elemento do LED apresenta essa característica e todas são levadas em consideração assim como a escolha do dissipador correto na geometria, dimensão e tipo de material para a condução efetiva do calor. O diagrama de dissipação de calor acima pode ser representado como resistores simples e o calor como a corrente que flui pelo circuito. Cada resistor representa a resistência térmica dos contribuintes individuais. A degradação de qualquer um dos componentes impede a condução do calor gerado aumentando dramaticamente seu acúmulo e deteriorando o chip (diodo), o silicone (encapsulante e da camada) e o fósforo.

O esquema acima representa a pilha térmica na qual todos os componentes contribuem em vários graus para a performance térmica do sistema. Em um sistema típico, o LED é soldado sobre o MCPCB (Metal-Core Printed Circuit Board) com núcleo de metal ou FR4 que normalmente é unido ao dissipador de calor. É critico maximizar a transferência de calor entre o dissipador e o MCPCB, então um bom material de interface térmica (TIM) é necessário para preencher os espaços vazios. A melhor forma de melhorar o caminho térmico é minimizar o número de materiais na pilha térmica e utilizar o materiais de boa condutividade.

O caminho térmico no LED começa na junção N e P do componente LED, espalhando pelo silicone e EMC por estarem longe do dissipador, passando através do frame, do MCPCB, dos materiais térmicos condutores (TIM) entre eles, depois conduzido pelo dissipador de calor (heat sink) e irradiado para o ambiente.

A resistência térmica total do sistema quantifica a quão boa é a transferência de potência térmica da cada componente. Portanto, quanto maior a resistência térmica total do sistema, maior a dificuldade de transferir o calor. Isso é um problema por que quanto maior a resistência térmica, menor é a temperatura ambiente que o LED pode trabalhar.

A temperatura de junção varia com a temperatura ambiente: o calor gerado na junção do LED aumenta junto com o aumento da temperatura do ambiente em que está inserido causando a degradação do chip. Se comprometida a capacidade de resfriamento do sistema, o calor fica retido aumentando severamente a temperatura de junção do diodo.

Os efeitos indesejáveis da ineficiência de gerenciamento térmico são:

*Redução de fluxo luminoso: O aumento da temperatura de junção causa queda do fluxo luminoso de saída que pode ser recuperado com o resfriamento do LED.

*Mudança de cor da luz: Além da mudança da cor da luz gerada pela formação de micro fissuras e bolhas na camada de silicone como vimos antes, o aumento da temperatura da junção também pode mudar a cor da luz. Diferente do primeiro caso que é irreversível, o segundo pode ser normalizado com o resfriamento do LED.

* Vida útil: Quanto maior a temperatura de junção, mais curto é o tempo de vida do LED. O método de testes LM-80 é utilizado para estimar a manutenção do fluxo luminoso do LED sob várias temperaturas e correntes de operação mostrando o desempenho em cada uma das condições ambiente.

Para as luminárias, a o valor da temperatura de junção dos LEDs depende principalmente do tamanho, da geometria e do material do dissipador também chamado de radiador.  No caso de radiação passiva do calor no qual o principal caminho do calor é a convecção natural com movimento do ar circundante sem o auxílio de ventiladores, bombas ou qualquer outro dispositivo,  o valor dessa temperatura pode ser afetada pela posição da luminária em relação a gravidade.

A posição de instalação deve favorecer a circulação das porções de ar fria e quente de modo que a massa fria e portanto mais densa possa descer com facilidade enquanto a quente e menos densa sobe fazendo o calor fluir. A inclinação de instalação mais efetiva para as luminárias é a de 0º do LED em relação ao piso do ambiente por que o calor produzido sobe do LED em direção do radiador não ficando retido no diodo emissor de luz e por isso não há aumento significativo da sua temperatura de junção.

O impedimento da fluidez do calor gerado aumenta a temperatura de junção acelerando a degradação do chip e tem como consequência a diminuição da vida útil do produto. Por exemplo, posicionando o LED para o teto, o calor subirá em direção ao ar que tem mais dificuldade de transferir calor que o radiador constituído de alumínio. Dessa forma o calor fica retido acima do LED aumentando a temperatura do ambiente e da junção do diodo. A inclinação da luminária precisa estar entre 0º e 90º para que a temperatura de junção não sofra aumento.

O radiador tem grande influência na pilha térmica. Primeiro, é necessário tirar o calor do LED, conduzí-lo através do dissipador e por fim radiá-lo para o ambiente. Para isso é necessário ter sido fabricado a partir de um material de alta condutividade térmica, em segundo lugar, ter uma grande área de superfície e também, grande emissividade para transferência eficiente. A emissividade do material maximiza a transferência de calor para o ambiente. Na tabela, alguns materiais considerados para esse fim e suas respectivas condutividades e emissividades.  

Na escolha do tipo de dissipador leva-se com consideração fatores como peso, custo, restrição de espaço e fabricação para determinar qual o material mais adequado em cada tipo de aplicação. Normalmente usa-se alumínio moldado ou fundido para dissipadores. O alumínio anodizado tem emissividade maior que o do alumínio padrão.

Quanto maior a potência do LED melhor deve ser o dissipador devido a alta conversão de energia elétrica em térmica. Por isso, para luminárias LED do tipo high power ou COB (Chip On Board) os dissipadores devem ser robustos para garantir a vida útil do LED como também dos demais componentes do circuito a exemplo do capacitor que resseca em alta temperatura ambiente e, por causa disso, a lâmpada/luminária começa a piscar gerando efeito visual estroboscópico.

A quantidade de cobre nas fitas LED, de alumínio nas barras rígidas, nas lâmpadas, luminárias e refletores são de extrema importância por essa mesma razão. Quanto menos material dissipador tiver, menor a vida útil do produto. Com essa informação, só de vista e toque é possível identificar o produto de baixa qualidade já que a durabilidade do dispositivo está completamente comprometida pela pobreza de matéria empregada.

Outro exemplo é a lâmpada tubular LED de vidro. Nela não há dissipador de alumínio como há na de acrílico. A condutividade e emissividade do vidro são 1,05 W/mK e 0.6 – 0.97 respectivamente, enquanto no alumínio, de 120 – 240 W/mK e 0.02 – 0.9 (dependendo do acabamento). A capacidade do alumínio em retirar calor do sistema é muito maior que a do vidro transferindo-o com alta eficiência para o ambiente. A temperatura de junção dos LEDs é menor e mais estável nas lâmpadas tubulares de acrílico que nas de vidro. Agora, nesse cenário, considere a estrutura de vidro e todas as alterações aplicadas pelos fabricantes para baratear o custo do produto, ou ainda, as lâmpadas LED de rosca que você já conhece, só com a carcaça de plástico, sem dissipador, mais as alterações de redução de custo. A consequência para a vida útil da lâmpada e para o investimento é péssima.

FONTES: Rapid Degradation of Mid-Power White-Light LEDs in Saturated Moisture Conditions Jianlin Huang, Dušan S. Golubovi´c, Sau Koh, Daoguo Yang, Xiupeng Li, Xuejun Fan, and G. Q. Zhang; Thermal Management of Cree® XLamp® LEDs – CLD-AP05 rev 3F;Influence of luminaire aiming on LED sources junction temperature,978-1-5090-1015-8/16/$31.00 ©2016 IEEE.

Gostou? Dê sua sugestão de tema para artigos.Pergunte! Ficarei feliz em receber seu feedback no e-mail mayrah@febralux.com.br.

Grande abraço.

Mayrah Felix Moraes

Esquema do LED

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Esquema LED 

O chip semicondutor é o componente responsável pela conversão de energia elétrica em energia luminosa. A cor da luz emitida depende dos elementos do composto químico utilizado. Quando a corrente elétrica atravessa o chip, seus elétrons ganham energia no primeiro estágio e depois a liberam em forma de luz (fóton). O chip está fixado a uma base de silício para a proteção contra surto de descarga eletrostática (ESD) por meio de conexão por solda e encapsulado em silicone.

Os fios de ouro conduzem a corrente elétrica para o chip. O tipo do material do condutor é importantíssimo: dever ser um metal que não oxide com facilidade e ajude a conduzir o calor para fora do LED.  O ouro se encaixa perfeitamente na função.

A aleta de dissipação de calor é de extrema importância por ser responsável pela condução do calor gerado no chip para o ambiente externo impedindo o aumento da temperatura de trabalho. Maior parte da energia consumida pelo LED é transformada em calor, em torno de 75%, enquanto apenas 25% é convertida em luz visível. Quanto maior a temperatura no LED, menos energia elétrica é convertida em luminosa.

As lentes plásticas, responsáveis pela modificação do feixe de luz produzido pelo chip de acordo com o tipo de aplicação. Melhoram a uniformidade da cor e distribuição da luz espalhando-a ou estreitando o ângulo do feixe.

LED Luz Branca

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Existem dois métodos de geração da luz branca na tecnologia LED: 1) misturando luz monocromática gerada cada uma por um chip – 1 chip de luz azul, 1 chip de luz verde, 1 chip de luz vermelha e 2) cobertura de fósforo sobre chips de luz azul ou ultravioleta

O primeiro método consiste na combinação das cores verde, vermelho e verde com um chip para geração cada uma delas no mesmo LED. Teoricamente tem potencial de atingir maior fluxo luminoso que o LED branco com fósforo. No entanto, há dificuldade de manter a estabilidade e uniformidade da cor da luz por que pode haver mudança com o passar do tempo ou variação de temperatura. Para garantir isso, é necessário integrar tecnologia óptica, drivers eletrônicos e controle de realimentação para gerar luz branca para finalidade iluminação. O domínio dessa tecnologia é muito importante pois a vantagens são muitas: mudança da temperatura cor, da intensidade – dimmer, e maior duração.

No segundo método, com camada de fósforo, que mistura fósforo amarelo com silicone em gel reveste diretamente a superfície dos chips azuis. A luz azul gerada pelo chip emitida em todas as direções interage com o fósforo gerando luz amarela. Ambas luzes monocromáticas azul proveniente do chip e amarelado do fósforo,  combinadas geram a percepção da luz na cor branca no sistema óptico humano.

O problema é que, apesar de fabricados rapidamente,  por esse método os LEDs sofrem com perda de energia causada pela alta temperatura na camada de fósforo a qual, aquecida pelo chip enquanto ele trabalha ou pela super absorção da luz azul quando sob alta umidade e temperatura, sofre mudança no material do fósforo e silicone com o decorrer do tempo. O aumento de corrente no LED gera aumento da temperatura de junção do chip azul que por sua vez aumenta substancialmente a temperatura da mistura fósforo+silicone. A degradação da cobertura causa a carbonização do gel silicone e, além disso, diminui a capacidade de geração de luz do LED. Nesse método, o gerenciamento térmico eficiente é crucial para manutenção dos parâmetros elétricos e fotométricos, como a cor da luz, eficiência luminosa, temperatura de trabalho, entre outros.

Para garantir a eficiência luminosa e longevidade, decidiu-se  separar a camada de fósforo do chip azul. Esse método chamado  “fósforo remoto” foi adotado com a finalidade de minimizar esses efeitos indesejáveis. Muitas outras melhorias estão sendo aplicadas a fim de extrair porções cada vez maiores de luz para cada Watt consumido e melhorar a dissipação de calor gerada no chip.

Existem outras configurações possíveis com chip ultravioleta e opções de fósforo azul, verde e vermelho na combinação de cores para a produção da luz branca. De todas as configurações, o LED com chip azul e fósforo amarelo é o de menor custo e, portanto mais comum no mercado.

FONTES: A Transmission-Type Testing System for Measuring Optical Characteristics of Phosphors for Remote-Phosphor-Based White LEDs Volume 8, Number 1, February 2016; Red, Green and Blue LED-based White Light Source: Implementation Challenges and Control Design; Red, Green, and Blue LED based white light generation: Issues and control; Full Extraction of 2D Photonic Crystal
Assisted Y3Al5O12:Ce Ceramic Plate Phosphor for Highly Efficient White LEDs Volume 6, Number 1, February 2014

Ficou com dúvida ou curioso? Deixe sua pergunta e sugestão de artigo!

Um grande abraço!

Mayrah.

 

Lâmpada LED queima com frequência?

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Os problemas mais frequentes dos dispositivos de iluminação LED disponíveis no mercado são o escurecimento acelerado e a queima das lâmpadas e luminárias antes do término da vida útil declarada. Esse tipo do comportamento é completamente anormal à tecnologia LED porque seu propósito é aumentar consideravelmente a vida útil da iluminação artificial para 50.000 horas até mais de 100.000 horas. É a solução da engenharia para gerar luz com consumo de eletricidade bem menor que o das tecnologias anteriores (eficiência energética) e é ecologicamente sustentável; pode ser reciclado diminuindo impactos ambientais e à saúde humana.

A depreciação do fluxo luminoso é a queda da capacidade de geração de energia luminosa do dispositivo durante o uso. A máxima depreciação de luminosidade aceitável no decorrer da vida útil foi padronizada pela indústria global através da metodologia de testes LM-80 (Measuring Lumen Maintenance of LED Light Sources). O relatório gerado com o resultado desses testes é utilizado pelos órgãos governamentais regulamentadores de segurança e eficiência, como o INMETRO no Brasil, por exemplo, para conceder os selos da certificação obrigatória.

Depreciação do Fluxo Luminoso

A LM-80 define as características da depreciação do fluxo luminoso e estabelece um método de testes uniforme a ser executado por todos os laboratórios. Todos os testes são executados como os mesmos parâmetros: temperatura de trabalho, temperatura ambiente, umidade, tensão, quantidade de corrente elétrica, número de horas e etc.

Os dispositivos LED são submetidos a testes de no mínimo 6.000 horas, podendo progredir para 10.000 operando sob condições controladas: corrente DC – Direct Current do driver, forma de onda da tensão, temperatura – 55°, 85° e outra escolhida pelo fabricante- cromaticidade, falhas catastróficas e outros. A cada 1.000 horas o LED é retirado da câmara térmica para que sejam tomadas as medições de parâmetros ópticos e elétricos como tensão, fluxo luminoso e variação da cor da luz. Ao final das 6.000 horas de teste, os dados são reunidos formando o relatório de testes da LM 80.

Dessa forma, os resultados obtidos podem ser comparados e definido o produto que apresenta o melhor desempenho de maneira confiável. Com base nisso se mede a velocidade do escurecimento do LED. Quanto maior a depreciação luminosa, menor o tempo de funcionamento.

Para o LED não é prevista a queima repentina, denominada falha catastrófica, mas sim, o escurecimento lento com o passar do tempo pela degradação igualmente lenta do LED. Isso expresso em anos, dependendo da quantidade de horas diárias de uso e da qualidade da lâmpada ou luminária, resulta no gráfico a seguir:

O que significa 50.000 horas em termos práticos

A primeira coluna do gráfico indica duração de 5,7 anos do LED de 50.000 horas de vida útil funcionando 24 horas diárias. Ligado 4 horas por dia, o LED de 50.000 horas de vida útil, dura 34,2 anos. 

Os resultados obtidos na LM-80 são usados para estimar para quanto o fluxo luminoso diminuirá passado um determinado tempo de funcionamento. Isso se chama vida de manutenção de fluxo luminoso nominal, o Lρ do LED: período de tempo durante no qual uma lâmpada LED fornece ρ% ou mais do fluxo luminoso inicial, sob condições normais de ensaio. Traduzindo: quanto tempo de funcionamento é necessário para que o fluxo luminoso caia a uma determinada porcentagem do inicial depois da primeira medição. Normas como o INMETRO consideram 70% como porcentagem mínima que o LED deve apresentar no final vida útil, ou seja, se a vida útil declarada de uma lâmpada de 100 lumens é de 50.000 horas, ao final das 50.000 horas de uso, o fluxo luminoso deverá ser 70 lumens ou mais. Esse é o padrão L70.
A curva de depreciação do fluxo luminoso é obtida inserindo os valores medidos nos testes da LM-80 na fórmula matemática do memorando técnico IESNA TM-21 (Technical Memorandum) resultando no gráfico:

Exemplo de manutenção de fluxo luminoso no tempo e vida em 6.000 horas

No gráfico, os pontos vermelhos indicam os momentos em que o fluxo luminoso de saída é medido. Atingidas 1.000 horas de duração do teste, o fluxo luminoso é medido pela primeira vez e considerado como 100% do fluxo do LED bem como os outros parâmetros; corrente, cromaticidade, forma de onda da tensão etc. A partir daí, a medição é repetida ao atingir 2.000 h, 3.000 h até as primeiras 6.000 h, observando o quanto o fluxo cai em relação à primeira medição. Observe a  queda lenta da geração de luz com o passar do tempo. O escurecimento acelerado do LED é evidência de má qualidade.

É interessante ressaltar que a TM-21 é usada como critério de aprovação para os produtos pela ENERGY STAR e estabelece o comportamento aceitável de manutenção de fluxo luminoso que todos os produtos LED competidores do mercado devem apresentar para serem classificados econômicos e não nocivos ao meio ambiente. A competitividade fundamenta-se na sustentabilidade como benefício e não no menor preço.

INMETRO: Depreciação máxima permitida

A depreciação máxima permitida para os LEDs nas primeiras de 6.000 horas de uso são expressas nas tabelas abaixo:

O LED de má qualidade deprecia com pouco tempo de uso antes mesmo do término da vida útil. Seguindo os valores das tabelas do INMETRO, depois das primeiras 6.000 h, o fluxo luminoso desse tipo material é bem menor que os afixados pela norma e, no fim da vida útil, fica bem abaixo dos 70% ou simplesmente apaga muito antes disso.
A depreciação do fluxo luminoso se deve a fatores como composição, uniformidade, densidade e espessura da camada de fósforo, gerenciamento térmico deficiente, tipo de fio condutor de corrente, tecnologia de fabricação do chip, tipo e qualidade do material da lente e entre outros.

A tecnologia LED de iluminação é altamente eficiente, sustentável e oferece alto custo benefício. Para desfrutar desses benefícios, no entanto, é preciso sempre buscar o melhor produto.

Fontes: CREE – LED Luminaire Design Guide, pág.3, gráfico 1.; Cree® XLamp® LED Long-Term Lumen Maintenance, figura 4, página 6;ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº 389/ 2014, Tabela 7 – Limites para 6 000 h (obrigatório), pág. 17, ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº 389/ 2014, Tabela 8 – Limites para declarações opcionais, pág. 17.

Espero que tenha esclarecido dúvidas e sido útil. Se não, mande sua dúvida ou sugestão. Fale comigo!

Um grande abraço!

Mayrah F. Moraes